segunda-feira, 11 de abril de 2016

San Andreas - Parte 17


Amanhece e CJ não tem escolha a não ser roubar dinheiro de pessoas na rua para encher o tanque de sua moto para ir até Dillimore. No posto, CJ pergunta a um frentista a distância até a cidade e fica chocado ao saber que Dillimore ficava ao norte de Los Santos, ou seja, CJ teria que voltar os cem quilômetros que percorreu na viatura da CRASH. Ele enche o tanque de sua Sánchez e pega a estrada em direção ao norte.

CJ chega a Dillimore, uma cidade minúscula, com apenas dois mil habitantes. Ficava em uma área chamada Red County, logo após a saída ao norte de Los Santos, sendo a cidade visível das mansões das montanhas de Vinewood. CJ chega à cidade próximo ao início da tarde, e, como Cesar recomendou, iria encontrar o primo de seu cunhado no único restaurante dali, que atendia pelo nome de The Welcome Pump, sendo simpaticamente todo de madeira. Ao abrir a porta, CJ se depara com uma briga, mas no meio de vários caubóis estava uma mulher latina com uma faca. Ela ameaçava a todos que a cercavam:

Você quer uma facada, gordão? Sua poça de mijo americano! Já vi eunucos com mais bolas do que vocês, caralho!

A mulher dominava todos os homens enquanto CJ observava da porta. Ela coloca a faca no pescoço de um caubói sobre o balcão do restaurante e percebe CJ. Ela não hesita em gritar com o forasteiro:

O QUE VOCÊ QUER, CARALHO!?

Nada. Estou procurando um primo de um amigo meu. Um cara mexicano. Ele não está aqui... – CJ diz.

Você!? Mas Cesar disse que você era um homem de verdade! – a mulher se surpreende e se aproxima da porta ainda apontando a faca para o caubói no balcão.

Moça, eu sou um homem do povo, temente a Deus, paz e amor... – CJ diz.

Tanto faz, cuzão, vambora! – ela empurra CJ para a porta.

Nossa, relaxa, baby! – CJ se incomoda.

A mulher que CJ encontrou era a prima de Cesar, e não primo. Seu nome era Catalina, uma mulher com origens mexicanas e colombianas, de longos cabelos negros, um físico musculoso, uma certa masculinidade e temperamento extremamente complicado, o que já mostra logo de cara a seu novo “amigo”:

Cadê seu carro!?

Cadê o seu? – CJ rebate.

Damas não dirigem. É para isso que servem os homens... – Catalina diz.

Ai meu Deus... – CJ percebe o que teria que enfrentar e fala para si mesmo – Valeu, Cesar. Adorei ela, mano...

CJ mostra sua moto, os dois sobem e começam a andar pela cidade. CJ aproveita para conhecer mais sobre a latina que nem sabia o nome ainda:

Então, qual é o seu nome? Para onde a gente vai?

Meu nome é Catalina. Nós estamos indo pegar todo centavinho desse condado... – Catalina planejava roubar todas as cidades de Red County.

Ok, bom plano, eu acho... – CJ diz.

É claro que é um bom plano! – Catalina explode – Já tenho quatro alvos fáceis: uma loja de bebidas em Blueberry, um banco em Palomino Creek, um posto de gasolina aqui em Dillimore e uma loja de apostas em Montgomery.

Espera aí. Qual primeiro? – CJ pergunta.

Você é quem está dirigindo, seu porco idiota, você escolhe! – Catalina continua explosiva.

Como não conhecia o condado, CJ resolve começar pelo posto da cidade em que já estavam. Era um posto da Gasso, uma grande franquia de combustíveis. CJ encosta a moto em frente à loja do posto. Catalina tenta abrir a porta, mas está trancada. Ela então olha por um vidro e percebe dois funcionários dentro da loja. Decide ameaçá-los apontando uma arma para os dois:

Entreguem o dinheiro ou eu explodo as bolas de vocês!

Isso aqui é um vidro a prova de balas! – Ethan, um dos funcionários, diz – Então você pode ir embora, vagabunda, antes que eu chame o xerife!

O que você está fazendo, filho? Dá logo o dinheiro para ela! – Derek, o idoso dono do posto, se desespera no balcão.

Então tá, maricón! Mudança de plano, Carl! Vamos pegar o caminhão! – Catalina vai correndo até o grande caminhão-tanque do posto.

Ei! O que você está fazendo!? – Ethan grita.

Catalina estoura o vidro da boleia do caminhão e entra. CJ corre e quando também entra no caminhão, Catalina já havia feito uma ligação direta no motor. Ela já saia do posto com o caminhão quando os funcionários da loja do posto entram em um carro.

Eu não vou perder outro emprego de merda por causa de uma puta louca! – Ethan diz – Vamos lá, Derek! Vamos parar esses desgraçados!

Eu tenho que fazer isso mesmo? – Derek liga o carro com medo.

O carro começa a perseguir o caminhão pela estrada do interior de San Andreas. Catalina logo percebe pelo retrovisor e troca de lugar com CJ:

Dirige aqui! Eu conheço um cara que paga pelo caminhão e pela carga!

CJ assume o volante do caminhão enquanto Catalina coloca metade do corpo para fora da janela para atirar em Ethan e Derek. Alguns tiros já são o suficiente para espantar o dono do posto.

Essa briga não é minha! – Derek, desesperado, volta para Dillimore.

CJ continua dirigindo o caminhão até Flint County, o condado vizinho a Red County. Catalina o guia até a sede de uma empresa de cargas, a RS Haul, que ficava no meio da estrada. O grande caminhão-tanque entra no pátio da empresa. Catalina e CJ são recebidos pelo dono da RS Haul, Freddie Whittaker.

Olá, senhor Whittaker! – Catalina cumprimenta o dono.

Catalina! O que você me trouxe hoje? – Whittaker abre um sorriso ao ver o caminhão.

Equipamento e um tanque cheinho de gasolina premium... – Catalina diz.

Nunca vi isso, nunca vi você, nunca te dei esse dinheiro... – Whittaker diz ao entregar um bolo de dinheiro a Catalina.

É ótimo não fazer negócios com o senhor... – Catalina sorri.

Igualmente. Agora vão embora antes que algum policial passe por aqui... – Whittaker alerta e diz a CJ – Se você tiver alguma coisa para mim, é só passar aqui. Sempre estou transportando coisas.

CJ e Catalina saem da empresa. Mas a mexicana liga uma moto no estacionamento, que provavelmente era dela já estava ali há algum tempo, de prontidão.

Tchau! – Catalina entrega cinco mil dólares, quantia mísera perto do que recebeu, e um papel a CJ e vai embora com a moto.

CJ olha o papel e vê que havia um endereço, provavelmente o da própria Catalina. Ele se dá conta de que estava sem transporte, pois sua moto havia ficado no posto em Dillimore. Ele não voltaria até lá por ela. Ao lado da RS Haul, havia um posto com uma pequena pensão. CJ fica por ali mesmo naquele tarde. É lá que ele recebe uma ligação de Sweet pela primeira vez desde que os dois foram separados pela CRASH:

Carl, sou eu.

Sweet, o que está pegando, cara? – CJ se levanta da cama.

Cara, que porra você acha que está pegando? Estou num hospital da prisão, negão! – Sweet se irrita.

Eu sei. Você está bem? – CJ pergunta.

Porra nenhuma! Você tem que fazer alguma coisa, cara! – Sweet diz.

Estou tentando, cara. Só que eu tenho que ter certeza de que a Kendl vai ficar segura primeiro... – CJ diz.

Beleza, cara, tenho que ir... – Sweet diz.

Não se preocupa, mano. Não vou te deixar aí! – CJ promete.


Na noite daquele mesma dia, o telefone de CJ toca novamente. Ele atende imaginando ser Sweet ou Cesar, mas era alguém desconhecido.

Sim... – CJ atende.

Carl... – um homem com uma voz grave diz.

Quem é? – CJ não reconhece a voz.

Você me conhece. Aqui é a verdade... – o homem diz.

Não, não conheço... – CJ se irrita.

Perfeito. Eles disseram que você era um idiota... – o homem suspira.

Quem? – CJ grita.

Ok, você pode parar com o teatro agora, garoto... – o homem também se irrita.

Você é da polícia? – CJ pergunta.

Não. Nós temos um amigo em comum e um parceiro de negócios... – o homem responde.

Temos? Quem? – CJ pergunta.

Sim. Você matou algum policial ultimamente? – o homem provoca.

Ah, cara. Tenpenny! Eu já deveria saber, aquele cuzão! – CJ diz.

Então, eu tenho um quarto no motel de Angel Pine. Certifique-se de que ninguém irá te seguir... – o homem diz e desliga.

CJ agora tinha um motivo para voltar para a cidade onde estava anteriormente. Encontrar o homem da ligação era necessário, pois havia ligação com Tenpenny e a CRASH. Restava a CJ obedecer. Ele rouba silenciosamente um carro que estava no posto em frente à pensão, enche o tanque e vai em direção a Angel Pine novamente.  

No caminho, CJ recebe outra ligação. Dessa vez, era Cesar novamente:

Carl, é o Cesar!

Qual é? – CJ pergunta.

Merda fodida, é isso que é, mano! – Cesar diz, preocupado.

O que aconteceu? Cadê a Kendl? Ela está bem? – CJ tenta manter a calma.

Ela está comigo, ela está bem por enquanto... – Cesar diz – Os Varrios Los Aztecas, está tudo acabado! Minha cabeça tem um preço, talvez a da Kendl também.

O que aconteceu!? – CJ insiste.

Confiança, respeito, honra. Nada disso vale mais nada em Los Santos agora. Meus OGs, meus eses, estão todos mortos ou escondidos! – Cesar revela.

Sai da cidade! – CJ grita – Vai para Angel Pine, aluga um trailer para você e para Kendl e eu encontro vocês lá!

Beleza. Eu só tenho que resolver umas paradas aqui... – Cesar diz.

Não! Tira a minha irmã da cidade e leva ela para um lugar seguro! – CJ grita – Não fode comigo com isso! Eu não posso perder ela, cara!

Com certeza, mano. A gente vê você em Angel Pine! – Cesar diz e desliga.

CJ chega à cidade já de madrugada. Ele decide ir até seu trailer antes de ir até o motel para encontrar o misterioso homem. Ao chegar lá, CJ vê o carro de Cesar em um trailer próximo ao seu. Ele e Kendl já estavam lá.

Ei, Carl... – Kendl abraça o irmão quando Cesar abre a porta para ele.

Como você está, mana? – CJ pergunta.

Isso não acabou, cara! Eu fiz isso para cuidar da minha mulher, mas agora eu vou voltar direto para casa para pegar uns traficantes filhos da puta! – Cesar está exaltado.

Olha só, se você vai voltar para o barrio com esse papinho de fodão, você vai ser picotado! – CJ avisa sobre os “barrios” perigosos de Los Santos para Cesar entender melhor.

E eu não vou perder você por causa dessa merda de papo de machão! – Kendl completa.

Ei, relaxa, cara! – CJ diz ao ver Cesar furioso andando pelo trailer – Vai dar tudo certo quando for a hora.

Nós já sabemos quem são os filhos da puta dos caras maus, cara. Seu irmão fedorento da Grove Street, o Smoke, e aqueles chotas porcos, Tenpenny e Pulaski! Smoke é um traficante, cara! – Cesar diz com um olhar possesso.

Não, não! Smoke não! Ele pode até mexer com a CRASH, mas ele não mexe com bagulho! – CJ defende o “amigo”.

Qual é, CJ!? Como você acha que ele conseguiu aquela casa nova, hein? – Kendl fica indignada com a inocência do irmão – Esquece essa merda de “Grove até o fim!” e dá uma olhada ao seu redor!

O boato nas ruas é que duas vezes por semana Smoke manda um carro para San Fierro que volta cheio de pó... – Cesar diz.

Que merda... – CJ começa a cair na real – Tenho que ficar de olho na estrada para San Fierro. Talvez eu veja algo. Fiquem aí e eu já volto!

CJ se lembra de que ainda tinha que ir até o motel da cidade naquela madrugada. Ele deixa Cesar e Kendl no trailer e entra em seu carro para procurar o local. Mas, antes de sair, recebe uma ligação nada agradável.

Alô? – CJ atende.

Onde você estava, cuzão!? Por que você não liga, hein!? – uma voz feminina estridente berra, sendo a da já inconfundível Catalina.

Eu estava para te ligar, mas... – CJ tenta falar, mas é interrompido.

MENTIROSO! Você estava era com aquelas putas fedorentas! – Catalina continua gritando.

Não, não! Se você me deixar fal... – CJ tenta novamente falar, mas é interrompido de novo.

Silêncio! Vem até aqui! Nós temos lugares para roubar! – Catalina ordena.

Olha, eu estou no meio de uma parada agora! – CJ desliga.

Catalina era do tipo imperativa, ela parecia ter algum tipo de distúrbio de comportamento, o que CJ já não suportava com um dia de convivência. Aparentemente, ela já considerava CJ como seu namorado ou algo parecido, típico de pessoas com esse tipo de personalidade possessiva.

Mas CJ segue seu caminho até encontrar o motel de Angel Pine, o U Get Inn Motel, com apenas alguns quartos. CJ vê uma viatura da LSPD no estacionamento, era óbvio de que era da CRASH. Como só havia uma janela acesa, é lá que CJ bate:

Oi? Tem alguém aí?

Aqui... – Tenpenny diz com dificuldade, pois estava fumando um bong com maconha, sentado no sofá do quarto.

Olha só essa merda. O que nós temos aqui? – CJ ri quando vê o policial completamente drogado.

E aí, Carl. Qual é, garoto? – Tenpenny diz.

O que está pegando? Ah, isso aí é treinamento de disfarce? Ah, não, você deve estar de folga... – CJ ironiza.

Tá, tá, tanto faz. Fica quieto aí, cara... – Tenpenny desdenha e muda de assunto enquanto puxa o bong cada vez mais – O Sr. Truth aqui vai te fornecer a melhor erva e você vai entregar ela para nós...

Cara, você está viajando, alucinando e tudo... – CJ não vê ninguém no quarto além do policial.

O que? – Tenpenny diz e chama uma pessoa que estava no banheiro do quarto – Aí, Truth, chega aí, cara!

Do banheiro do quarto, sai um velho de aproximadamente sessenta anos, de cabelos brancos, faixa na cabeça, completamente hippie. Seu nome era desconhecido, ele era conhecido apenas como “A Verdade”, ou The Truth. CJ logo entende a ligação que havia recebido naquela noite. A “verdade” era aquele homem, foi ele quem havia lhe chamado de volta a Angel Pine.

Bem vindo, amigo... – Truth cumprimenta CJ com a saudação indiana Añjali Mudra, inclinando o corpo, com as duas mãos juntas na altura do peito.

Qual é? – CJ cumprimenta o velho como sabia.

O Carl aqui vai te pagar... – Tenpenny, ainda chapado, diz a Truth.

Do que você está falando!? – CJ pergunta.

Carl, eu tenho um verdadeiro justiceiro fodendo comigo, e eu quero que você pegue esse veneno verde do mal e jogue nele! Hahaha! – Tenpenny viaja – Vai arruinar a carreira daquele cuzão!

Papo furado! – CJ desdenha.

Caras, vocês querem cogumelos? Ludes? Um pouco de DMT? – Truth oferece.

Não, para mim não, cara. Tenho que vazar... – Tenpenny larga o bong e se levanta completamente tonto e vai embora – Nossa, que merda, estou todo fodido... Aí, Carl. Paga o cara!

Uou, cara! Eu nunca imaginei que veria isso! – Truth diz com a mão na cabeça após Tenpenny sair do quarto – Um policial fumando bagulho meu! Você é de onde, cara? FBI? DEA?

Não, eu estou mais para um investigador particular... – CJ improvisa.

Amigo, você tem uma energia positiva. Que tal um ópio vietnamita? – Truth oferece.

Não, eu não mexo com isso... – CJ diz.

Mas como eu vou saber se posso confiar em você, então? – Truth pergunta.

O que? Estou trabalhando para você agora? – CJ também pergunta.

Sou um homem da paz, mas alguns quadrados dentro de uma cerca não estão respeitando minha paz. Survivalistas maníacos! Direitistas! Fascistas! – Truth começa a se irritar – Eles tem uma ceifadora e eu preciso de uma. Pegue ela e aí você vai poder me pagar. Namaste, Carl...

Que porra isso significa? – CJ diz ao ver o velho cruzando as pernas no ar e entregando-lhe uma referência de onde ele deveria ir – Até mais, seu louco!

CJ sai do motel, olha no papel e vê dois endereços e o desenho de uma estrada e duas possíveis fazendas. Ele vai até o local da primeira naquela madrugada e confirma que era uma fazenda. CJ estava em Flint County, ao norte de Angel Pine. Como estava em cima de um morro, ele tinha uma visão completa daquela fazenda, que era chamada de The Cult Farm, como dizia uma grande placa na entrada. Nela havia várias estufas e locais que lembravam um laboratório, dando a impressão de que algo era produzido ali. A ceifadora da fazenda estava em um campo de plantio, e estava sendo usada naquela madrugada. CJ deveria usar a força para roubá-la, pois havia alguns seguranças armados ali, os “survivalistas”, como disse Truth. O Grove entra na fazenda com seu carro tentando fazer o máximo de silêncio e percebe que as casas dali estavam estranhamente todas iluminadas com luzes azuis e cantos religiosos, dando a impressão de que algum culto religioso acontecia naquele local, o que era de fato verdade, pois ali aconteciam cultos do The Epsilon Program, um ritual religioso mormonista que ganhava cada vez mais força no país.

CJ é avistado por um dos seguranças. Ele avisa a todos, gritando:

Você invadiu a fazenda errada, garoto! Isso aqui não é country club, amigo!

Ei, quem é esse cara? Matem ele, é a única coisa boa que ele vai servir! – uma mulher da fazenda grita.

Não sei, mas ele parece esperto! – o segurança diz ao ver CJ atirando e matando seus colegas.

Deem ele aos porcos! – outro segurança grita.

CJ avança em direção ao campo onde estava a ceifadora matando vários caipiras que estavam com pás trabalhando nas estufas. Os seguranças não conseguiam ver o invasor direito por causa da escuridão da madrugada. Gritos de desespero começam a vir das casas por causa do tiroteio. Várias pessoas saem correndo em direção ao estacionamento da fazenda. O Grove chega à ceifadora e aponta a arma para o homem que a dirigia, que sai correndo desesperado por perder sua máquina favorita, que tinha até nome.

Ele é um ladrão de ceifadora. Ele está roubando a Betsy!

CJ assume a direção de Betsy, a ceifadora, e a leva em direção à saída da fazenda. Os seguranças em sua frente não seriam problema.

Parem esse desgraçado! – um dos seguranças no caminho da máquina grita.

Um açougue é aberto naquela fazenda, pois CJ simplesmente passa por cima daquelas pessoas, com a máquina moendo seus corpos e jogando restos mortais como adubo.

O roubo havia sido feito com sucesso. A ceifadora deveria ser entregue em algum lugar, então CJ se lembra do papel que Truth havia o entregado e se baseia no caminho da segunda fazenda, que, pela lógica, deveria ser o local de entrega. Ele segue por alguns minutos por algumas estradas de terra no meio dos campos sendo iluminados pelo refletor da máquina, e se aproxima de um lugar com uma placa que dizia The Truth’s Farm. Era a fazenda do velho, que ficava em uma localidade chamada Leafy Hollow. CJ se certifica de que ninguém havia o seguido e deixa a ceifadora escondida em um armazém.

Cara, você trouxe a paz de volta para o meu vale. Obrigado, amigo! – Truth recepciona CJ e avisa – Eu te ligo quando o bagulho estiver pronto, mas tenha certeza de pegar aquela grana.

A dívida que Tenpenny havia deixado para CJ pagar havia sido parcialmente paga com o maior derramamento de sangue que aquela região já havia visto. E não havia sido suficiente. Mais estava por vir pela paz e pelo amor.

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